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Floresta

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Floresta

Mensagem por The Holy Death em Sex 29 Ago 2014, 22:07



Floresta

Cercada por pinheiros e rica em arbustos, a floresta que cerca a torre é definitivamente perigosa e protegida aos moradores. Contam que a uivos são escutados de dentro da mesma e gritos são as consecuções. 


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Re: Floresta

Mensagem por Dionisio R. Howard em Dom 14 Dez 2014, 13:42

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- Ei, psiu! Apareça! Não fuja de mim!- Falava o homem tatuado trajado com vestes ciganas negras e uma bandana na cabeça enquanto andava entre os pinheiros da floresta de sua mansão. 
A noite havia sido difícil para Dionisio, havia tido lua cheia. Agora ele encontrava-se sem seu item mais precioso, sua varinha, e por precaução havia ido busca-la sem avisar a qualquer um dos seus funcionários e vestido duma forma aceitável- Não se esconda, por favor! Eu preciso realizar meus rituais... aparece desgraça!- Disse e em seguida rosnou para o nada. Já estava um tanto nervoso e precisava encontrar aquela merda, da última vez que foi no Olivaras aquele velho quase lhe tacou uma maldição da morte. 
Além de estar puramente nervoso devido a varinha, sua orelha não parava de coçar, aquele tipo de sinal que coisas ruins estavam para acontecer... coisa que só acontecia quando um Shacklebolt estava por perto, da última vez que aquilo havia acontecido, Melk encontrou o céu- Estou ficando cada vez mais estranho, meus sensores estão alterados... desse jeito vou terminar morrendo!- Dizia enquanto ainda passava entra as coníferas atrás de seu item mágico- Mas que porra, Demetrius merece morrer duas vezes!
[...]
O homem caia da sua cadeira enquanto Dionisio andava em direção ao mesmo gargalhando e com a sede de morte em seu olhar, seu irmão implorava por perdão mas o comensal não queria dar-lhe ouvido, não iria mais aturar Demetrius rondando em sua casa.
-Dionisio, as coisas não precisam ser assim!- Disse o homem levantando a mão para o céu.
- Não? E como vai ser? Você tentou matar o Henry... não sabe a merda que fez!- Disse o homem enquanto andava em direção ao mesmo.
Dionisio então seguiu em direção a Demetrius para lhe dar o último golpe quando a lua pairou no céu, deixando para trás a nuvem que a cobria. Os homens então começaram a se debater.
- Vai ser do jeito que começou...- Disse Demetrius.
A batalha foi mortífera e sangrenta, uma noite de duelo entre aquelas duas fera indomáveis, quando o fim deu-se por um tropeço de Demetrius e uma investida de Dionisio em seu pescoço.
[...]
E a aquela coceira não sanava, não sabia mais o que fazer quando o brilho veio ao seu olhar, estava ali, na margem do lago: a varinha. Correu então em direção a mesma e quando a pegou, parou congelado.
-Mas que merda... é... essa!

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Re: Floresta

Mensagem por Conrad B. Shacklebolt em Dom 14 Dez 2014, 14:05

O dia parecia agitado, ansiava para que o momento tão esperado, chegasse logo. Estava quase na hora. O manto negro decaia no céu quando lancei um olhar furtivo para o relógio que pendia em meu pulso esquerdo. A lua brilhava por trás de algumas nuvens e os últimos retoques foram feitos. Um sorriso sarcástico e torto tomou meus lábios e calmamente retirei-me da mansão e fui em direção a mata.
Meus pés arrastavam-se sinuosamente e silenciosamente pelo gramado, exceto por algumas folhas secas que insistiam em estalar quando meus pés a tocavam. O assombro estava em meus olhos, quanto antes eu pudesse terminar o que voltei para fazer, melhor seria. E como tudo, tinha que ter um começo e que este fosse exatamente por ele. Mais uma vez deslizei o olhar para o relógio e em seguida para lua, torci os lábios e como um fantasma, desapareci dali, desaparatando e indo aos campos da família Howard.
Desde pequeno sempre aprendi que em território inimigo não deve dar as costas nem mesmo as paredes, e hoje não seria diferente, não que ele fosse meu inimigo, mas porque ele não era confiável. Estiquei o braço esquerdo e o levei para dentro de meu paletó e de lá retirei minha varinha, continuei a caminhar em direção do meu tão e esperado, tesouro perdido. Alguns ruídos brotavam das escuridões que cercavam o local, mas nada, nada era encontrado ali. Um desaponto tomou o semblante de meu rosto esperançoso, mas não era o fim, restava-me procura-lo em um lugar, a floresta. Novamente meu corpo rodopiou e desapareceu dali, deixando alguns olhares curiosos para trás.
Em questão de segundos meu corpo pairava sentado a um tronco em cima de uma árvore qualquer. A vista lá de cima era privilegiada, dava para ver tudo o que desejava e o que não desejava, passei alguns segundos admirando a paisagem quando meus ouvidos se atenuaram a uma voz rouca e conhecida e em um sussurro festejei - Ora ora ora, parece-me que papai noel deu-me o presente adiantado - deixei que um sorriso cinta-se em meus lábios e em um rompente pulei do local onde estava indo parar na mata entre as árvores, bem atrás do tão esperado presente.
Pendi o corpo para o lado escorando-me em uma árvore e fiquei a observar o homem em sua usual loucura, e sem evitar uma gargalhada tomou-me seguido de uma série de palmas que simbolizavam um festejo - Bravo, Howard. Encontrou. - Estiquei meu corpo e antes que o homem pudesse olhar para trás, dei alguns passos para frente, empunhando minha varinha, afinal, nada podia esperar daquele velho e acabado homem. Mantive-me em uma distância segura do mesmo e o fitei de cima a baixo - Hello Brother! - deixei que um sorriso tomasse meus lábios e mantive-me focado a ele.


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Re: Floresta

Mensagem por Dionisio R. Howard em Dom 14 Dez 2014, 15:37

I Feel Pretty
Não acreditava no que via e de fato iria custar a acreditar mas Dionisio observava a figura em silêncio. Logo pegou a sua varinha e manteve-se ereto e observando o homem que ria, ria? Mortos riem?. Entortou então o pescoço para a direita e arqueou a sobrancelha e em passos cruzados andou em direção àquilo que via a sua frente, uma miragem? Aproximava-se cautelosamente quando encontrava-se com o rosto a dez centímetros do rosto daquilo. Levantou então a mão e com o dedo indicativo tocou a face do ente e sentiu sua pele. Foi uma explosão de emoções misturada a uma explosão de lembranças, raiva, rancor, o homem caindo ao chão, o riso de Valquiria, o choro de Sienna, o Nundu, Chandler Adams, o nascimento de Henry e Amy, a volta de Demetrius, Mischa e seu caso secreto, Mathias Crosmwell caindo ao chão, ódio, Melk gritando, Ártemis Babage, "Você é o primeiro Babage Howard da história, Dionisio", "Afinal, você é tio da Cora", "Você é mesmo irmão do CONRAD?". O homem então arregalou os olhos e deu um passo para trás, logo gritou, gritou de susto, medo, desespero e então sua mão foi levada até a boca para cala-la. O seu dedo indicativo então ergueu ao ar e Dioniso então apontou o dedo para o homem, logo deu meia volta para trás e seus olhos subiram em direção a testa tendo em seguida uma queda de Dionisio no chão, inconsciente. 
Dionisio estava estirado no solo úmido como uma rocha, parecia dormir mas o seu semblante de terror era notável como as nuvens claras no céu.


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Re: Floresta

Mensagem por Conrad B. Shacklebolt em Dom 14 Dez 2014, 15:53

E ali parado eu fiquei a observar cada detalhe, cada passo, simplesmente, tudo o que o homem fazia, não podia dar brechas, de uma certa forma tinha de ficar na defensiva, os boatos que corriam em cada canto do mundo bruxo, dizendo que Dionísio ficara louco, não podia ser meras boatos e sim um fato.
Estava claro que tudo que fora ouvido até ali, era de fato verdade. Ele tinha surtado. O brilho de seus olhos com o tempo se apagaram, agora um negror fugaz tomava seu lugar e era aquilo que o encarava. Um corpo velho e cansado dava lugar a sua insanidade e o tremor em suas gordas vocais atingiu meus ouvidos quando o mesmo soltou um grito.
Sem exitar meus olhos se arregalaram. Quem era aquele? E o que ele fizera com Dionísio? O tempo não foi seu melhor amigo, feri-o tantas vezes que nem mesmo sua alma escapou de ser intacta. Seu corpo e tudo aquilo que tomava como sua essência, não eram nada além de restos, um amontoado de merda.
O corpo do homem tombou ao chão, e ali parado fiquei a observa-lo com estranheza. Um leve aroma de álcool atingiu minhas narinas e compulsivamente agachei ao seu lado, procurei o pequeno cantil, ao pega-lo coloquei-me de pé e afastei-me um pouco do corpo desacordado.
Levei a tampa do compartimento até a boca e o abri com os dentes enquanto mantinha minha atenção a ele. Cuspi para o lado eliminando o lacre e deixando que o líquido descesse por minha garganta. Um suspiro de alívio tomou-me por completo e com uma gargalhada sedenta e irônica, resmunguei - De todas as coisas que eu discordo de você, duas eu tenho que concordar, você sempre teve um bom gosto para bebidas e mulheres, Sienna que o diga. - assim que terminei com o Whisky do cantil, joguei-o para o lado e aproximei-me mais do homem, e com um cutucar da ponta de meu sapato, atingi calmamente as costelas de Dionísio - Ande imundo, acorde, levante.
Afastei-me novamente e recolhi do chão algumas pedrinhas e de onde estava comecei a brincar de Tiro ao Alvo, onde meu alvo era o rosto do cretino - Puff, que mira maravilhosa ainda tenho - gargalhou.


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Re: Floresta

Mensagem por Dionisio R. Howard em Dom 14 Dez 2014, 17:53

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Não havia sonhado com nada assim como não havia dormido bem, dormido? Não lembrava de ter deitado em sua cama, na verdade a última coisa que lembrava era de ... plac... sentiu algo encontrar sua cabeça e logo abriu os olho tendo visão a um conjunto de gramíneas e mais pedras que vinham em sua direção, agora se lembrava de tudo, havia encontrado os mortos. Levantou-se então com dificuldade quando virou-se para quem lhe jogava pedras enquanto sacava a varinha e sentiu uma repulsão para voltar a desmaiar... era mesmo ele. Estava velho e acabado, e aqueles fios de cabelo na sua cabeça? Os anos haviam chegado para alguém que estava morto? Schatten...
- MERCENÁRIOSSSSSSSSSSSSSSSSSSS!- Gritou seguindo em direção a Conrad em passos rápidos- VOCÊ NÃO MORREU, ELA ME ENGANOU! EU VI VOCÊ CAINDO! - Logo dois mercenários surgiram ao lado de Conrad e o seguraram- POR ISSO NÃO CONSEGUIA ENTRAR EM CONEXÃO COM VOCÊ POR TRÁS DA NECROMÂNCIA... SIENNA, AQUELA VADIA! HAVIA CONFIRMADO SUA MORTE!
Dionisio então fechou o punho e socou o rosto de Conrad como se estivesse querendo que o mesmo esfarelasse. Sangue então foi espirrado em sua mão.
- TRAGAM A VALQUÍRIA AQUI E NÃO DEEM PISTA QUE ESTOU NERVOSO, SENÃO MORRERÃO!- Um mercenário, não um dos que seguravam Conrad, mas um terceiro que havia aparecido,  então aparatou dali. Dionisio então olhou para Conrad- Todos esses anos vivendo escondido?

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Re: Floresta

Mensagem por Conrad B. Shacklebolt em Sab 31 Jan 2015, 15:49

A cada porrada desferida em meu rosto, era uma gargalhava que jorrava de minha garganta. Era tão deprimente vê-lo desta forma, cheio de ódio e raiva, acabando com si mesmo. Sendo consumido por aquilo que ele chamava de alma. Observa-lo daquela forma vazia-me gozar em alegria. Ele achando que tinha o mundo em suas mãos, quando o mundo é o que tinha em suas mãos e adivinha só, ele estava ferrado.
Com a respiração falhada, deixei que algumas palavras brotassem de minha boca, ruídos baixos e sem sentido saiam enquanto eu fechava os olhos e tentava me concentrar. Cruzei as pernas e sorri de canto.
Em questão de segundos um grupo de 5 bruxos, amigos próximos que juramentaram protege-lo, desaparatam no local bem atrás de mim e desferiram alguns feitiços nas costas dos mercenários próximos, olhei para Dionísio e sorri - A casa caiu, irmão, você já era. Condenado para viver nessa vida de lixo - meu semblante tomou um tom sombrio e cheio de compaixão, dei alguns passos para trás e um jovem alto e corpulento tocou meus braços, olhou para Dionísio e com um pigarro ele sussurrou - Olha teu sobrinho, lindo como a mãe e graças a Deus puxou a genialidade do pai e não do tio - e antes que pudesse finalizar a frase, desaparatamos dali. Eu e meu filho já não estávamos mais a vista de Dionísio, os bruxos continuavam por ali, duelando com os covardes que eram chamados de Mercenários. Fantoches.


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Re: Floresta

Mensagem por Sienna D. Q' Bárthory em Seg 01 Jun 2015, 20:28

A noite era tão inquietante quanto o dia. Parecia que todas as vozes se esvaiam e davam lugar aos gritos e berros alheios. Era um costume visitar a janela dos aposentos todas as noites, sempre encarando a escuridão e ruídos da floresta. Algo chamava atenção naquele lugar, mas não sabia o que era e isso a deixava mais confusa e perdida.
Os passos silenciosos cortavam a grama. Enrolada em seu hobby que cobria a indecência de suas vestes, corria para longe da casa e adentrava à escuridão.
Um silêncio se fez. Um arrepio percorreu toda a lateral de seu corpo e novos passos foram dados. Parou por alguns segundos e apertou os olhos tentando enxergar algo além do véu, estremeceu os lábios e sussurrou - Quem está ai? - Posicionou o corpo de forma ereta e continuou a encarar o vazio. O vento açoitava as árvores, deixando o lugar feito um cenário de terror, mas isso não importava, os passos continuavam a serem dados à frente.
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Re: Floresta

Mensagem por Dionisio R. Howard em Seg 01 Jun 2015, 20:46

 A noite estava fúnebre, tão fúnebre enquanto a mim enquanto descia pelos terrenos da agora vazia Toca dos Howards, aquele lugar que já foi lugar de grandes comemorações agora era apenas asilo de velhos comensais. Meus filhos, todos presos em Azkaban, talvez lá fosse o lugar digno a um Howard, aquele sim era... eu já havia fumado sete cartelas e acabava de abrir a minha oitava, as garrafas de bebidas gastas haviam sido incontáveis. Essa sensação de impotência destruía-me.
As minhas vestes balançavam abruptamente com os ventos fortes vindos da maré, assim como meus cabelos que embolavam-se, mas nada isso era motivo de incomodo. O verdadeiro incomodo estava em minha marca que não parava de arder e se mover, era como se a  lady estivesse preparando os comensais para algo... talvez tivesse brincando de xadrez com seus peões vivos. Quem sabe...
A mansão estava próxima quando vi um vulto cruzar a floresta, arqueei a sobrancelha. O que fazia a bela dama uma hora dessa fora da mansão? E neste frio? Bom, nada custaria-me perguntar. 
Segui a figura de fios negros como a noite e a pele pálida como a neve até a copa azul e mais iluminada da floresta, Sienna parecia assustada e eu encontrei a minha brecha quando a mesma perguntou ao nada quem encontrava-se ali.- Os mortos temem, senhorita Howard?- Sorri e então aproximei-me da mulher.- Não devias estar aqui fora neste frio, podes morrer...- sorri com minha piada.- Os mortos morrem?- Acendi outro cigarro.-  Como vai, Sisi? Como foi a sua tarde? A minha foi horrível!


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Re: Floresta

Mensagem por Sienna D. Q' Bárthory em Seg 01 Jun 2015, 20:59

Os olhos se arregalaram ao ouvir aquela voz rouca e tão familiar. Um sorriso cintilou em seus lábios e a mulher então virou-se para olha-lo. Estendeu a mão direita e segurou a do homem - Não temo aos mortos e tampouco a morte, veja... - o indicador de Sienna fora apontado em direção ao negro véu - Olha... ouça, eles sempre falam, a noite toda. Não consigo dormir - sorri de canto e fita os olhos do homem. Aproxima seus lábios do dele e deposita um selinho ali. Soltou um longo suspiro e com um bico respondeu - Minha tarde? Foi tediante. Nunca pensei que diria isso, mas esta casa vazia, é tão tediante, antes eu ainda podia contar com as pirralhadas para eu infernizar, mas e agora? Nada me resta.
Tombou com o pescoço para o lado e voltou a fitar o nada. Era tudo tão vazio e silencioso. Seu olhar era inexpressivo. Mais dois passos foram dados à frente. Seus olhos fecharam e um giro no calcanhar fora dado. Um breve sorriso e parou frente ao homem - Deveria fumar menos! - estendeu a mão esquerda e tomou-lhe o cigarro dando sua primeira tragada. Cofcofcof tosses foram dadas seguido de uma nuvem em seu rosto - Eca! como podes gostar de algo tão ruim.
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Re: Floresta

Mensagem por Dionisio R. Howard em Seg 01 Jun 2015, 21:16

 Sorri forçadamente enquanto Sienna falava. Sua situação psicológica já estava a me causar preocupações, de fato, a volta à vida não havia feito muito bem a minha amada. Talvez eu estivesse a perder Sienna aos poucos. Bebi mais um pouco da minha bebida enquanto olhava para a véu negro que se formava.- Eu durmo muito bem, não escuto nada Sisi... apenas cacodemos.-Disse lembrando-me de Orion e das suas façanhas, como estaria Louise neste exato momento? Viva?!
Fui tomado pelos lábios por Sienna e sorri para  a mesma acariciando seus negros cabelos espessos em escuridão. Seus olhos eram negros como o cosmos e a mulher continuava fria como as almas que vagavam pelo inferno após terem causado calorosos desastres em vida. Traguei profundamente o cigarro.
- Não tente ser solidária, Sienna. Você nunca gostou das garotas, muito menos da Tiffany que é filha de... bom, você sabe. E aliás, elas sequer estavam aqui na mansão... eu só queria saber como está minha bebê... a vontade que eu tenho é de invadir Azkaban e arranca-la de lá, mas agora que Phillip não é mais ministro e Valquíria não tem mais voz dentro do ministério... bom, seria arriscado.- Comentei com a mão no queixo enquanto observava as estrelas.- Eu bem sei o quanto aquele lugar consegue ser infernal... 
Sienna então roubou um dos meus cigarros e tomou para si, em seguida fez um irritante comentário. Sorri e observei o solo úmido.- Se não gosta, para que pegou?- Disse olhando para a mesma de relance.- Acho que irei descansar...- Disse enquanto bocejava.- O dia foi inebriante... a mãe de Olivia foi morta... ela estava um caco... Estive em Hogwarts..

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Re: Floresta

Mensagem por Sienna D. Q' Bárthory em Seg 01 Jun 2015, 21:30

Um estalo saiu dos lábios da mulher enquanto ela o ouvia. Era triste a situação. Por alguns breves momentos sentiu-se afogada nas mágoas e desesperos de Dionísio, mas não podia entregar-se a insanidade de seu amado, se não suporta-las e conforta-las em seu eixo.
Ergueu a mão direita e deslizou o indicador pela face do homem, fechou os olhos e acariciou seu rosto. De um sorriso triste e sem esperança - Dio, só você sabe o que essa família passou, as reviravoltas que ela teve. Ora estávamos no fundo, ora estávamos no poço. Você dará um jeito. Daremos um jeito. Logo as crianças voltaram para debaixo de tuas asas e sentirás falta de quando não estavam - soltou um sorriso maroto e descontraído. Abriu os olhos e o fitou novamente. Deixou que suas mãos caíssem e então as segurou firme - Não fraqueje meu amor, você sempre foi capaz de ir atrás do que quis, sempre teve tudo pelo que lutou para conseguir, mesmo que isso custasse a vida de pessoas queridas ou dos inúteis, você nunca mediu esforços. - esticou o pescoço e levantou nas pontas dos pés, depositou um segundo selinho nos lábios do homem em seguida de um beijo na ponta de seu queixo - Estou farta de ficar trancada neste lugar. Posso te ajudar, não creio que eu esteja tão enferrujada assim! - abriu um largo sorriso e pensou em várias possibilidades para trazer as meninas de volta para casa, logo um rompente tomou o brilho da mulher e o sorriso se desfez e uma face fria e sem vida voltou a tomar seu semblante. Girou sob os calcanhares e fitou a escuridão. Ergueu as mãos até o ouvido e os tapou - Mande eles calar a boca, Dionísio, você pode! Todos eles. - balançou a cabeça e saiu de seus devaneios, voltou a sorrir - O que falávamos? - sussurrou descontraidamente como se tivesse se perdido em meio a conversa - Ah sim, vamos entrar e bolar estratégias para trazermos as pragas para casa. - Entrelaçou os dedos nos dele e o puxou para junto de seu corpo e caminharam juntos para fora da escuridão.
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