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Sala de interrogatório

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Sala de interrogatório

Mensagem por The Holy Death em Sex 05 Dez 2014, 14:18

Relembrando a primeira mensagem :



Interrogatório

Uma sala escura, úmida e retangular que tem como único item uma cadeira no centro.


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Re: Sala de interrogatório

Mensagem por Joseph Simon C. Grhal Jr. em Ter 02 Jun 2015, 00:41



Sebastian dava os últimos esclarecimentos sobre a magia que deveria ser executada, a partir daquele momento a busca em sua mente seria pela soltura de uma quimera em Hogwarts, Simon deixaria todas as lembranças aleatórias de lado já que nada tinham a ver com sua prisão preventiva, tampouco com o que era pedido ali. – Aguarde um momento. – Fez o ministerial hesitar para que pudesse fazer o que ele pediu e tirar de seus pensamentos o que não era exigido. – Continue. – A varinha foi erguida e o bruxo utilizou-se do feitiço de forma tradicional para ter mais firmeza na prática de sua habilidade. Naquele instante uma espécie de ligação entre as mentes dos dois bruxos foi estabelecida, como se uma grande transmissão sináptica os interligasse magicamente para que Sebastian tivesse acesso aos pensamentos e lembranças de Joseph referentes a busca que estabelecera na execução do feitiço.
As imagens na sala de interrogatório começaram a ficar mais embaçadas, e por um momento Simon sentiu como se estivesse distante do lugar, uma neblina cinza surgiu e desapareceu revelando uma gradual transformação de cenário.

Inicialmente era como se estivessem dando um rápido replay no que acabava de acontecer, ao pensar na acusação de ter solto a Quimera as primeiras imagens foram as mais recentes, já estando preso em razão da acusação, elas regrediam rapidamente passando pelos corredores do lugar, pela cela, até voltarem para o momento em que o professor estava em sua sala. Joseph andava pelo lugar de um lado para outro com uma taça de vinho em mãos, uma edição do profeta diário estava em sua mesa tendo como destaque a entrevista coletiva prestava por Mordred no dia em que as decisões mais radicais foram tomadas, e diretor da corvinal revirava alguns livros sobre a história do ministério da magia, foi quando uma súbita sensação de angústia tomou conta do homem que deixou a taça cair no chão, algo havia acabado de acontecer. As portas de sua sala foram escancaradas. – Poderiam ter batido na porta. – Os ministeriais não deram muitas explicações. – Joseph Simon Constant Grhal Junior, o senhor é suspeito como responsável pela soltura de uma Quimera, criatura mágica de alta periculosidade, Classificação XXXXX! – A fumaça cinzenta surgiu outra vez diante do rosto incrédulo do diretor com a acusação, mudando o cenário outra vez.

- Quimera, Quimera... – Era como se os pensamentos de Sebastian transparecessem na sua busca, mesmo que Joseph não pudesse ouvir seus pensamentos.

De fato não havia lembrança a ser buscada por “liberação da Quimera”, Simon só havia visto Quimeras de fato em duas vezes na sua vida, uma na Grécia e outra na China há anos atrás. Não obstante, uma lembrança mais recente surgiu em seus pensamentos, uma lembrança de meses atrás, as conseqüências do confronto com o Nundu.

O momento da possessão ou a quase consumação do mesmo evento, é como um processo de transe, um conflito interno no qual dois seres disputam pela consciência de um mesmo corpo, as sensações e desejos da besta eram traduzidos através de pensamentos aleatórios na cabeça de Joseph, como se outra pessoa pensasse, mas com sua voz, esse tipo de situação acontecendo apenas em momentos de risco. A neblina começava a desaparecer e confusa batalha de Joseph contra a criatura era agora perceptível pelo ministerial.
"Fraco", a voz ecoava em seu interior. "Falta pouco", insistia. Nesse momento o professor relembrou dos seus primeiros passos para o controle em treinamentos intensos e preparados de maneira improvisada na ignorância daquele momento que passava. O seu antigo professor Arthur Gardner treinava cada partícula de vontade que poderia existir em Joseph, usando a maldição Imperio no garoto, obrigando-o realizar torturas consigo mesmo até ter controle, até sua vontade ser tão poderosa que mesmo no desequilíbrio pudesse domar a fera.
“Vai cair!”, o pensamento vinha em tom mais grave e rouco, imperativo ante o bruxo. Só havia uma saída.  "Desista, será mais fácil", pegou sua varinha com dificuldade, “Conjurius Army”, uma faca afiada surgiu, “O que está fazendo?”, levantou a faca acima da cabeça, "Está louc...", antes que o desejo da Quimera se manifestasse nos seus pensamento o bruxo desceu a faca na direção da sua perna esquerda e a perfurou profundamente, cerrando os dentes e com um espécie de grunhido que evitou o grito de dor. Respirava fundo. O bruxo começou a balbuciar palavras mágicas criadas por um dos seus antepassados, a reação a dor o acordou e a magia censurava a criatura, a distância segura de sua consciência o diretor de ravenclaw respirou fundo, ouviu um sino tocar em seu interior, o transe da magia tibetana por quatro segundos tomou conta do homem, seu controle estava restituído, e a Quimera frustrada. Retirou a faca.

A neblina novamente tomou conta do cenário até ficar mais densa, em segundos percebeu que estava apenas na sala de interrogatório novamente. – Como pode ver, não há nada sobre liberação de quimera. Acredito que a insistência em uma memória referente a uma quimera nos levou até minha ultima batalha interna contra a minha interior. – Era a primeira vez que Joseph compartilhava a turva sensação desse conflito. – Há alguns meses tivemos o incidente com o Nundu, inclusive encontrei alguns ministeriais, medibruxos, aurores e professores, lutamos juntos. Foi quando aconteceu a terrível morte da professora Laísa, talvez se eu estivesse mais perto no momento eu poderia ter impedido. – Suspirou. – O grande problema foi que a toxina exalada pelo bafo do Nundu é capaz de matar aldeias inteiras, quando senti a toxina no ar tive que proteger a respiração de centenas de pessoas de uma só vez, além do conflito de fato e jogar a criatura na jaula, foi muito esforço. Então a Quimera se manifestou, mas consegui controlá-la, mas não se preocupe, raramente preciso usar tanta força e se acontecer de novo, estarei ainda mais preparado. – Falou com confiança. Todos os fatos estavam esclarecidos, Joseph nunca havia solto Quimera alguma e na realidade havia até transmitido uma informação que nada tinha a ver com a acusação.
- Acredito que é o bastante, já posso me retirar?

Joseph Simon C. Grhal Jr.
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Re: Sala de interrogatório

Mensagem por Sebastian R. C. Duchateau em Ter 02 Jun 2015, 08:49



the interrogatory

A mente de Joseph trabalhava de uma maneira rápida. Memórias em relação à Hogwarts apareciam rapidamente, enquanto a única que tinha relação com alguma Quimera era a de sua prisão preventiva. Era muito pouco... Na verdade não era nada. Precisava de um pouco mais de informação.

Quando estava prestes a quebrar o feitiço, uma memória se destacou e tomou conta da mente de Joseph. Uma Quimera de fato havia aparecido, porém não havia sido solta. Joseph era amaldiçoado. Um suspiro se decorreu da quebra do feitiço. Estávamos novamente na sala suja da prisão.

Meus olhos corriam pelo professor, enquanto sua respiração oscilava quase imperceptivelmente, assim como a minha. Fechei os olhos e cocei-os. Fui até a mesa, peguei o pergaminho e uma pena e comecei a fazer anotações nele. Logo dirigi a palavra a ele:

-Entendo. Você está... você sabe e não direi. Espero que de fato da próxima vez esteja mais preparado Joseph. Aliás, como eu já esperava, você é inocente de sua acusação. Não há uma Quimera em Hogwarts. Virei-me para o outro homem na sala. - Chace! Leve Joseph de volta para sua cela. - Voltei-me para o professor, acenando com a varinha e liberando as cordas. - Sua ordem de soltura não deve tardar a chegar. Obrigado por ter cooperado, e garanto que essa última memória não será compartilhada.

A última frase saiu em um tom baixo que apenas Joseph poderia ouvir. Logo eles se retiraram do lugar. Menos uma pessoa para ser interrogada injustamente. Mordred deveria ser mais cuidadoso da próxima vez, já que não deveria prender as pessoas com tais acusações.


OFF: Interrogatório de Joseph encerrado. O mesmo saiu do lugar, não é necessário postar saída.
Sebastian R. C. Duchateau
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Re: Sala de interrogatório

Mensagem por Convidado em Ter 02 Jun 2015, 12:34


 Com o interrogatório do professor Joseph tendo sido encerrado, e com a certeza de que o mesmo era inocente, caminhei ao centro da sala onde Sebastian e Joseph estava e respondi  ao meu colega Ministerial. – Não será necessário acompanhar o professor Simon a cela.. – Retirei do bolso enfeitiçado com o feitiço de extensão e retirei uma pena um tinteiro e um pergaminho; pondo-me a escrever sobre este. – Visto que o professor e inocente das acusações, e como chefe do Departamento de execução das Leis da Magia darei sua ordem de soltura imediatamente. – Escrevi sobre o papel algumas poucas palavras e assinei, caminhando e entregando-o ao guarda que esperava do lado de fora da sala. – Leve-o a sua diretora, o professor está liberto.. - Em seguida voltei minha atenção para Joseph e Sebastian. – Professor o senhor está livre, desculpe pelo transtorno.. Nem sei o que dizer.. – Fitei-o apontando a saída da sala. – Desculpe mais uma vez..  O guarda o acompanhará até a saída.. – Murmurei, entendendo-lhe a mão. E quando o mesmo deixou a sala direcionei-me a Sebastian. – E agora quem deseja interrogar?  - Indaguei aguardando sua resposta.      
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Re: Sala de interrogatório

Mensagem por Sebastian R. C. Duchateau em Ter 02 Jun 2015, 13:52



the interrogatory

Joseph fora liberado, e isso era muito bom. Sabia que não seriam vistos com bons olhos de qualquer jeito, mas pelo menos Joseph não falaria mal de mim. A voz de Chace vinha ao meu encontro de novo. Suspirei enquanto olhava para o pergaminho mais uma vez.

-Traga Tiffany, ela é a próxima.

Eu pensava em como interrogar uma criança que claramente odiava o Ministério. Talvez tivesse que usar uma poção... Chace saiu da sala para pegar a garota enquanto eu olhava para dentro da maleta e colocava um pequeno frasco com um líquido transparente para fora. Esperava que não fosse necessário.

Logo a garota foi trazida e colocada rudemente na cadeira. Acenei com a varinha para prendê-la e virei para Chace.

-Cuidado com ela Chace, é uma garota apenas.

O coelho espiritual logo se alinhou nos pés da garota, ficando entre eles. Virei novamente para ela, olhando para o pergaminho. Logo comecei o interrogatório:

-Você é Tiffany Ray Howard, aluna do quinto ano da casa Sonserina na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, filha de Dionísio Renselmann Howard. Essas informações conferem?
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Re: Sala de interrogatório

Mensagem por Convidado em Ter 02 Jun 2015, 14:02


 Como me fora pedido novamente por Sebastian, fui buscar a próxima a ser interrogada, Tiffany Howard aluna de Hogwarts e filha do homem mais nojento e desprezível que tive o desprazer de ouvir falar, Dionisio Howard, criminoso procurado pelo Ministério. Enfim, mas não julgamos os filhos pelos atos dos pais e a jovem menina estava ali por ser acusada de abrir a câmara secreta, câmara qual foi destruída há anos atrás. Cheguei à cela onde a criança estava e a fitei com um semblante impassível. – Tiffany Howard, queira me acompanhar para prestar esclarecimento sobre o que ocorreu na noite passada.. – Murmurei, enquanto o guarda abria a cela. – Venha.. – Aguardei a menina e logo nós dirigimos a sala de interrogatório, como de costume escoltados pelos guardas. Na sala abri a porta e quando a jovem adentrou, a segui e a fechei deixando os guardas do lado de fora. – Aqui está Sebastian, a Senhorita Howard..  – Mencionei, cruzando os braços e ficando de pé ao lado da porta. Observando o inicio do interrogatório.
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Re: Sala de interrogatório

Mensagem por Tiffany Ray Howard em Ter 02 Jun 2015, 14:24


Error 404
 
Tiffany não sabia exatamente o que pensar naquela situação, as horas pareciam séculos, parecia que aquilo nunca teria fim, ela nem mesmo se lembrava direito o motivo de estar ali, sentia o seu coração apertado ao lembrar da expressão de Lucas antes de ela ser arrastada para fora do salão, suspirou e arregalou os olhos quando viu um homem se aproximar dela, mas deu um sorriso largo ao mesmo tempo, um sorriso sarcástico, seus cabelos cor-de-rosa cobriam parte de seus olhos azuis, que no momento eram frios e sem vida. Acompanhou o homem para fora da cela sem falar nada, mas o sorriso não se desfazia, assim que chegaram na sala que seria interrogada, foi posta na cadeira de um modo grosseiro, deu uma risada curta.

Cuidado ai bonitão, não vou sair daqui. —Pisca para Chace, mas logo se vira para o outro homem que começava a dizer todos os dados básicos de Tiffany, o ministério deveria achar estranho faltar o nome da mãe dela, mas ela já havia se acostumada com isso, viu uma lebre entre os pés dela e franziu a testa. —Não conjurei o meu patrono... —Comenta e olha para o homem e assente. —Confere, rechonchudo. —Ela infla as bochechas imitando as bochechas de Sebastian, dando uma gargalhada em seguida, olhando para um frasco com um liquido transparente, levantou uma sobrancelha e franziu a testa. —Acho que não vai precisar disso, rechonchudo, você não parece tão ruim como o carinha aqui. —Olhou para Chace observando e fez uma careta boba, voltando a encarar Sebastian.

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Re: Sala de interrogatório

Mensagem por Sebastian R. C. Duchateau em Ter 02 Jun 2015, 15:02



the interrogatory

Meus olhos passavam cuidadosamente pela garota. O nervosismo dela era facilmente incoberto pelas piadas que ela fazia, mas era óbvio que estava ali. Um pigarro se decorreu da observação sobre o patrono, que ela dizia ser dela.

-Este patrono é meu. Curioso... Então quer dizer que o seu é uma lebre-ártica? É um tanto incomum. - Olhei para o frasco novamente, depois olhei-a nos olhos. - Espero que não seja. Enfim, a senhorita foi acusada de ter aberto a Câmara Secreta.

Encarava ela por baixo dos fios de cabelo que estavam em seu rosto. Afastei-os cuidadosamente para deixá-la livre deles. Andei em volta da cadeira lentamente enquanto pensava em como prosseguir com aquilo. Era claro que poderia ser mais complicado que com Joseph, já que a garota poderia ser mais difícil de convencer.

-Me diga se isso é verdade ou não, me olhando nos olhos. Sem um tom de deboche ou qualquer coisa do gênero. Poderemos evitar qualquer coisa pior, é simples.

Não sabia como poderia confiar na garota, mas sempre os olhos de alguém revelavam boa parte de tudo. Assim que voltei na frente dela, me abaixei para ficar na exata altura de sua cabeça. Fixei meus olhos no dela e esperei alguma reação. Já bastava ter que interrogar, ainda mais uma criança. Alguma coisa estava muito errada ali, e esperava que não fosse culpa de Mordred.

Logo a lebre que estava no chão subiu para cadeira, no colo da garota. Intencionalmente desejei ele ali, talvez desse um pouco mais de tranquilidade. Era quase impossível um bruxo ter o patrono igual o de outro bruxo, então antes mesmo dela poder responder a pergunta anterior, lancei:

-Seu patrono, é igual o de mais alguém Tiffany?
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Re: Sala de interrogatório

Mensagem por Tiffany Ray Howard em Ter 02 Jun 2015, 15:36


Error 404
 
O homem parecia estar bem cauteloso com o que falava para Tiffany, estar ali não era preocupante ou coisa do tipo, ela só queria ir embora logo, deveriam achar que ela era apenas uma criança, mas não faziam a mínima ideia das coisas que ela já havia passado e visto, a parte boa que provavelmente não seria tão difícil de provar sua inocência, Sebastian disse algo curioso, que aquele era o patrono dele... E assentiu a resposta do homem.

Sim, é uma lebre-ártica, realmente é incomum, mas isso pode ser que talvez sejamos parecidos... —Logo ele mudou de assunto, falando o motivo de estar presa, era incrível como o ministro era burro e com certeza havia faltado nas aulas de História da Magia, o homem retirou os fios de cabelo de Tiffany que cobriam seus olhos e respirou fundo, um pouco impaciente com o rumo e a demora para focar no assunto.

Ele perguntou se aquilo era verdade ou não, olhando Tiffany nos olhos após se sentar na cadeira em frente a ela, aquilo tudo já estava sendo uma palhaçada, seria difícil explicar, mas ela tentaria, antes mesmo de começar a responder a pergunta, o patrono foi para o colo dela e lembrou do dia que estava no jardim acariciando uma lebre, enquanto Jack sua píton amarela olhava com ciúmes e logo veio outra pergunta.

Não que eu saiba, rechonchudo. —Respondeu, seu sorriso diminuiu levemente, mas ainda era largo. —Ok rechonchudo, vou lhe falar a verdade, até porque eu não minto com frequência, não vale a pena, que a verdade seja dita por mais que ela doa... —Respirou fundo e olhou nos olhos de Sebastian. —Assim como todo e qualquer ofidioglota quer ver a câmara secreta, eu mesma já fui lá para vê-la, mas já faz uns bons anos e ela está em pedaços, não tem nada lá, apenas ratos e esgoto. —Fala com um tom sério, ela estava sendo sincera dos pés a cabeça, esperava que Sebastian visse isso. —Eu possuo cobras, mas nenhuma que interesse o ministério, assusta no máximo crianças trouxas e olha lá, a única coisa que vocês fizeram foi terminar de acabar com a minha noite.— Olhou para Chace, estava realmente incomodada com a presença dele lá, principalmente com o olhar de nojo que ele a encarava, mas voltou a encarar Sebastian. —Se não acredita em mim, eu poderia levar o senhor lá para ver com os próprios olhos.
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Re: Sala de interrogatório

Mensagem por Sebastian R. C. Duchateau em Ter 02 Jun 2015, 15:55



the interrogatory

A garota talvez estivesse falando a verdade, já que não desviara o olhar e sua voz não vacilou em nenhum momento. Além de tudo, ela mencionou que poderia me levar a Câmara, caso não acreditasse nela. Sorri para ela e então comecei a falar. Minha voz se mantinha firme também:

-Acho que não temos tanto tempo pra ir até Hogwarts Tiffany. Além de tudo não seria muito legal mais ministerias e aurores dentro da escola, já temos o suficiente. - Desviei o olhar antes de continuar. - Tenho uma proposta para você. Se, como diz, não tem porque mentir, não se importaria se eu visse suas memórias, ou se importaria? Se não sabia, sou um legilimente, e ver as provas nos pouparia tempo.

Eu estava usando a habilidade mais do que eu mesmo gostaria, mas a leitura da mente seria muito mais rápido do que todos irem até Hogwarts, e além de tudo, ela poderia se recusar a abrir a Câmara quando chegássemos lá. Me levantei e comecei a dar novas voltas em volta da cadeira da garota enquanto aguardava uma resposta.

Ela lançava olhares para Chace, enquanto ele continuava impassível a situação. Era claro que ela também não gostava dele, mas diferente de mim, não conseguia esconder isso. Talvez a sinceridade da garota fosse muita para ela conter com mentiras ou expressões falsas.

Logo voltei a olhar para ela, através da mesa. Guardei o pequeno frasco com o líquido transparente de volta na maleta e observei o patrono no colo da garota deitado, olhando para mim. Suspirei e aguardei uma resposta da garota.
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Re: Sala de interrogatório

Mensagem por Tiffany Ray Howard em Ter 02 Jun 2015, 16:20


Error 404
 
Sebastian a respondeu em breve, mas desviou o olhar ao propor algo para ela, o que a deixou bem curiosa, ele não parecia confortável em usar sua habilidade, o que a deixou ainda mais curiosa, entrar na mente dela?Ele poderia acabar vendo coisas que não o agradavam, mas se era o único jeito de sair de lá, assentiu e franziu a testa.

Tudo bem rechonchudo... Como funciona?—Ela não fazia a mínima ideia, aquela coisa de legilimente era curioso e estranho, Sebastian parecia tenso ou deveria ser impressão dela?O homem guardou o frasco da poção e a deixou um pouco mais relaxada com tudo aquilo, observava tudo a sua volta com atenção. —Rechonchudo, por que está tenso?Não gosta de usar sua habilidade?—Ela pergunta não escondendo a curiosidade de seus olhos.

Aquilo tudo estava indo bem, pelo menos era o que ela imaginava, ela mostraria a ele a câmara e também o que havia ocorrido no dia do baile se fosse preciso, não tinha o que esconder, apenas se recusaria a mostrar algo relacionado a sua família e amigos, coisas que não tinham nada a ver com o assunto do momento e que o ministério poderia estar precisando, seria invasão e coisas nada legais poderiam sair.

Esperava a resposta de Sebastian, enquanto olhava para a lebre ainda em seu colo, estava deitado e com os olhos atentos no homem, o que a fez novamente olhar para ele, ignorando completamente a presença de Chace no local.

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Re: Sala de interrogatório

Mensagem por Sebastian R. C. Duchateau em Ter 02 Jun 2015, 16:36



the interrogatory

-O uso da minha habilidade não é importante. O que é importante é que você deve relaxar enquanto entro em sua mente.

Disse, com a voz tensa. Me aproximei um pouco mais dela, erguendo a cabeça da mesma e mirando os olhos dela, coloquei as mãos em suas têmporas e disse:

-Relaxe. Tenta apagar todas as memórias de sua mente, exceto as que quer me mostrar. Não farei nada de mais, a não ser ver o que você mostrar. Saberá que estou lá, mas não me ouvirá, sentirá apenas minha presença.

Observei enquanto ela relaxava, sem tirar os olhos do dela. Era estranho ela ter aceitado com tanta facilidade a proposta, diferente de Joseph. Me aprumei, deixando meus olhos fixos nos dela.

-Em nenhum momento tente resistir, ou consequências acontecerão. Mantenha os olhos fixos nos meus enquanto eu faço contato.

Minha própria cabeça começava a latejar enquanto puxava o feitiço na memória. Logo ele veio claramente em minha mente, e o conjurei:

-"Legilimens!"
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Re: Sala de interrogatório

Mensagem por Tiffany Ray Howard em Ter 02 Jun 2015, 17:44


Error 404
 
Sebastian falava o que ela tinha que fazer a assentiu, mesmo sendo um pouco grosso no inicio, tentou vasculhar na sua mente as memórias certas, ela não tinha medo ou coisa do tipo, relaxou o máximo que conseguia, olhando no fundo dos olhos dele, enquanto Sebastian entrava na mente dela para poder ver as memórias de Tiffany, a visão dela parecia um pouco mais embaçada, não sabia se era por causa de estar sem o seu óculos ou era efeito daquilo tudo, mas uma visão nova surgiu como se estivessem cobrindo seus olhos com um véu grosso, mas logo um novo cenário era visto, um rápido replay e as primeiras memórias surgiam.

Tiffany estava novamente em Hogwarts, no banheiro interditado e com um velho livro da biblioteca nas mãos, mesmo que não fosse preciso daquilo para entrar no local, sua píton amarela Jack ao seu lado com um olhar curioso pelas ações da garota, um pouco desastrada por conta do nervosismo que sentia na hora, seus cabelos loiros com mechas vermelhas caiam no seu rosto, esperava não ser pega por nenhum monitor ou funcionário antes de abrir a câmara.

Tem certeza de que está certa Tiff?—Perguntou Jack, enquanto a garota passava a mão pela pia e via a cobra entalhada, velha, desgastada e quebrada, o sorriso se formou no rosto da sonserina enquanto ela falava as palavras corretas para abrir a entrada da câmara, aos rangidos a passagem se abriu e a garota finalmente entrou.

O lugar fedia, após quase ter um treco pensando que ia cair de cara no chão, se aliviou e enrolou Jack em seu pescoço, a câmara secreta estava em pedaços, após muito esforço a garota conseguiu retirar as rochas para entrar de fato no lugar, os ossos do basilisco ali morto ainda estavam lá e era incrível ratos de esgoto imensos, o cheiro era insuportável, as estatuas de cobras ali estavam destruídas, assim como o lugar que o basilisco descansava.

Então é essa a câmara secreta?—Perguntou Tiffany a Jack, a careta dela e a decepção era clara no rosto dela, a cobra deu uma gargalhada.

Pelo menos tem comida e não é tão ruim assim... —Comentou Jack, a garota revirou os olhos dando meia volta, voltando para a saída, não era tão interessante como ela pensava, além dos destroços não havia mais nada, mas poderia dizer que havia conhecido a câmara.

Então vou te deixar aqui, já que gostou tanto, Jack.

Não precisa, gosto da comunal. —Responde a cobra e ela coloca tudo no lugar em que estava, voltando ao banheiro interditado e fechando novamente a câmara.”

As próximas memórias foram as do baile, as que ela se recordava e as palavras que não saiam da sua cabeça.

“—Quer dançar?Ou fazer alguma outra coisa quem sabe... —Propôs Lucas, haviam acabado de chegar no salão, quando Peter havia sido paralisado e as luzes se apagaram.

Juro que não fui eu!—Disse Jack, Tiffany mandou a cobra ir ver se estava tudo bem com sua outra cobra e logo a píton saiu de perto.

—Juro que não fui eu!—Disse Tiffany para Lucas, o garoto saiu de perto dela para fazer seu trabalho de monitor chefe, a pressão de Tiffany caiu e logo o seu companheiro foi a ajudar, foram para as escadas quando ela escuta alguém perto.

A dor me persegue como uma maldição... livre, quero ser livre.”.

Ela e Lucas olharam para a armadura, olhos brilhantes e ambos logo desviaram o olhar, Lucas caindo por cima dela e o óculos da garota caindo no chão, quando se levantaram estavam levemente machucados, mas não impediu a sonserina de tentar falar com a cobra desconhecida.

Não machuque ninguém, podemos te ajudar, fazer essa dor ter fim e finalmente ser livre...—Dizia Tiffany na língua de cobra, enquanto Lucas a acompanhava, após de explicar o ocorrido para o garoto, ela mandou ele não olhar nos olhos, eles voltaram para o salão e ela berrou para ninguém olhar nos olhos. Lucas dizia para ela tomar cuidado, que se pegassem ela falando a língua das cobras, com certeza iriam achar que ela estava comandando a criatura, Tiffany não ligou para o que o lufano lhe disse, sabia que a criatura iria machucar alguém e queria impedi-la antes.

A profecia era dita pelos clarividentes perto dela, a garota estava atordoada, não sabia o que fazer, Lucas segurava firme a mão dela, uma docente também estava perto dela, assim que completaram, ambos caíram no chão inconscientes e a criatura não falou mais nada, Tiffany tentava ajudar o garoto e a professora, mas os ministeriais apareceram, deram um tapa em sua face e em seguida a xingaram, xingaram seu sangue.

– VAI ABRIR A CÂMARA EM AZKABAN, LINDINHA.

E a retiraram do salão a força, não importava o quanto ela gritasse, Lucas desesperado não podendo ajudar, tudo estava um caos, pessoas chorando ela nem mesmo sabia o motivo, viu sua prima Cora gritando, mas nada adiantou.”

Novamente o véu surgiu e sua visão voltou, estava novamente na sala sendo interrogada por Sebastian, ainda o olhando nos olhos, mas sentiu os mesmos ficando marejados, mas engoliu o que sentia e respirou fundo.

Eu não tenho nada a ver com a criatura a solta, assim como não tem nada na câmara secreta, não matei ninguém ou tive a intenção disso... —Ela disse a Sebastian, enquanto abaixava um pouco a cabeça e olhou novamente nos olhos dele. —Eu posso ajudá-los a encontrar a criatura, o senhor sabe disso, também sabe o que eu sei sobre ela... O que ela sente, eu apenas queria ajudar e não acho que o senhor possa me mandar para a prisão por conta disso. —Mexia os dedos dos pés inquieta, aquela coisa de memórias havia a deixado novamente perturbada, Tiffany não sorria mais, muito pelo contrario, sua expressão era séria. —A criatura tem que ser parada, ou vai matar todos em Hogwarts...
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Re: Sala de interrogatório

Mensagem por Sebastian R. C. Duchateau em Ter 02 Jun 2015, 18:21



the interrogatory

Era óbvio pelas lembranças da garota que ela também era inocente. Todas aquelas prisões desnecessárias... Algo havia acontecido de muito errado para essa ordem.

-Basta Tiffany, acho que você será liberada em breve.

Olhei para Chace, pegando o pergaminho e a pena, fazendo as anotações. Então a Câmara estava destruída mesmo? Era muito estranho. Quem havia destruído era um Mistério. Logo, lancei uma ordem para ele enquanto ele se aproximava.

-Cache, Tiffany também é inocente. Não tem um porque dela ficar presa aqui.

Logo o patrono saiu do colo dela e correu até mim, subindo em meu ombro. Com um aceno da varinha as amarras que prendiam a garota se afrouxaram, e ela foi retirada da sala. Quando Chace retornou, me encostei na mesa e encarei-o por alguns minutos.

-Você sabe exatamente o porque dessas prisões? É muito estranho... Até agora nenhum deles fez algum crime. Não sei não...

Minha mão passava inconscientemente pela mesa. Olhei para baixo enquanto esperava alguma manifestação do homem que me acompanhava. Eu esperava não ter que usar a habilidade uma terceira vez, já que ela me exaura se usada várias vezes. Ainda bem que eu tinha algumas poções dentro da maleta.


OFF: Interrogatório de Tiffany finalizado. Ela foi retirada do lugar e não é necessário postar saída.
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Re: Sala de interrogatório

Mensagem por Convidado em Ter 02 Jun 2015, 22:43


Enfim, o interrogatório da jovem Howard havia chegado ao fim, e pelo que tudo indicava e segundo as palavras de Sebastian a jovem era mais uma inocente dentre aqueles que foram presos em Hogwarts. Mas o que diabos estava acontecendo? Que merda de prisões malucas foram essas? Pensava distraidamente quando o colega Ministerial, despertou-me de meu desvaneio com algumas palavras, palavras estás que logo assenti. - Ela será liberada em breve, Sebastian. Ordenarei que algum guarda a leve de volta a Hogwarts.. - Murmurei, caminhando com a jovem para fora do local, rumando com a mesma para a cela onde ela estava. - Em algumas horas será levada de volta a Hogwarts, por hora aguarde aqui.. - Mencionei, chamando o guarda e lhe dando instruções sobre a soltura da garota e ordenando-lhe que achasse alguém que a levasse de volta ao castelo. O que viria a ser feito mais tarde, Tiffanny foi levada de volta a Hogwarts. Novamente na sala de interrogatório encontrei um Sebastian cansado e frustrado pelas prisões equivocadas. - Também não faço a minima ideia de quem ordenou essas prisões, só sei que a ordem não partiu de mim e tampouco de Mordred que por sinal estava no baile.. - Torci os lábios em uma linha rígida ainda com o semblante impassível em face, pondo as mãos sobre os bolsos do colete preto que usava. - Abrirei uma investigação para descobrir o responsável por essas prisões e posso garantir que quando o pegar, nem mesmo o Ministro será capaz de salvá-lo.. Quem quer que seja ele ou ela. - Murmurei em tom exasperado, fitando o homem a frente. - Agora só resta a professora Carrie Wolfthorn.. Acredito que ela seja mais uma a ser presa inocentemente, no entanto espero que descubra algo além do que buscamos aqui.. Lembre-se Mordred conta com você.. - Estreitei os olhos o observando criteriosamente.
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Re: Sala de interrogatório

Mensagem por Sebastian R. C. Duchateau em Ter 02 Jun 2015, 23:07



the interrogatory

Tudo que Chace dizia era escutado com atenção. Ele mantinha o semblante inexpressivo, porém era claro que tampouco ele havia gostado daquelas prisões, e realmente Carrie seria mais uma inocente. Eu deveria, pelo menos, ver se ela sabia de outras raças dentro da escola, já que esses poderiam apresentar algum perigo real para todos, dentro e fora da escola. Passei a mão pelos cabelos enquanto pensava um pouco mais sobre tudo o que acontecia. Minha cabeça latejava enquanto eu abria a maleta e virava o líquido de um pequeno frasco em minha boca. Talvez aquela poção diminuísse um pouco dos efeitos colaterais da minha habilidade.

Levantei e andei lentamente até Chace. Coloquei minhas mãos em seus ombros e olhei em seus olhos. Minha voz saiu um pouco mais baixa do que eu queria, dizendo rapidamente:

-Eu sei Chace... eu sei...

Me afastei novamente, indo em direção do pergaminho. Procurei rapidamente o próximo nome e ri alto, olhando para Chace mais uma vez. Simplesmente apontei com o dedo o motivo de prisão de Carrie, sendo uma coisa tão estúpida.

Carrie Lis Wolfthorn, presa por atacar alunos de Hogwarts. Vampira. Alta periculosidade.

-Não seria óbvio que se ela atacasse os alunos todos já saberiam? Por Merlin... Traga Carrie, por favor.

Novamente Chace se retirou, então me preparei para o próximo interrogatório. Retirei mais uma vez o frasco com líquido transparente: Veritaserum. Seria mais simples e mais objetivo dessa vez. Estava completamente cansado de todos aqueles interrogatórios sem fundamento; talvez esse último gerasse algo que pudesse ser usado, mas era claro que a professora ofereceria resistência.

[...]

Logo que ela foi colocada sentada na cadeira, acenei com a varinha. Cordas e correntes prenderam-na nos pés, pulsos, braços, cintura, tronco e cabeça, deixando-a completamente imóvel. Meu suspiro de insatisfação era claro, então comecei o último interrogatório de uma vez por todas:

-Carrie Lis Wolfthorn, formada em Beauxbatons, filha de Margo Vecchio Wolfthorn e de George Wolfthorn, professora de História da Magia na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, vampira. Estas informações conferem?
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Re: Sala de interrogatório

Mensagem por The Question em Sab 06 Jun 2015, 22:48

POSTAGENS PAUSADAS.
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Re: Sala de interrogatório

Mensagem por Convidado em Ter 16 Jun 2015, 14:57


Sebastian parecia ser de confiança e se Modred confiava nele, cabia a mim também confiar, um pouco aliviado em relação ao colega Ministerial deixei a sala para buscar a próxima detida a ser interrogada, Carrie Lis Wolfthorn, professora de Hogwarts e vampira assumida e registrada perante o Ministério. – Professora Wolfthorn queira me acompanhar, por favor.  – Murmurei, abrindo a porta da cela observando enquanto a mulher saía desta. – A senhorita prestará esclarecimento perante o Ministério sobre os últimos acontecimentos, e sobre o que está sendo acusada, após isso sendo considera inocente será imediatamente liberada.. – Mencionou, caminhando em seguida junto à mesma para a sala de interrogatório. – A professora, Sebastian. – Fitei o homem, indicando à cadeira a mulher para que a mesma se senta-se e em seguida caminhei para o canto ao lado da porta. Observando o interrogatório em silêncio.  
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Re: Sala de interrogatório

Mensagem por Convidado em Ter 16 Jun 2015, 14:58

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Re: Sala de interrogatório

Mensagem por Sebastian R. C. Duchateau em Sab 29 Ago 2015, 15:31



the interrogatory

A professora de História da Magia de Hogwarts cooperava muito mais do que imaginado. Talvez por ela achar aquele interrogatório tão infrutífero quanto os outros, não fora sequer necessário qualquer método adicional pro interrogatório. Ela sequer oferecia resistência as correntes que a prendiam seu corpo firmemente na cadeira. -Liberte-a, Chace. Ela é tão inocente quanto os outros. Onde já se viu acusarem subitamente ataques que nunca aconteceram? - Chace levou a mulher, também liberada, enquanto eu mesmo arrumava a sala para deixá-la o mais breve possível.

Assim que Chace voltou suspirei para ele, decepcionado com tudo que havia acontecido. Três interrogatórios que foram uma completa perda de tempo, e aquilo deixava uma péssima imagem para o Ministério. -Vamos Chace? - Disse ao homem enquanto levava minhas coisas junto comigo, saindo da sala. Meus passos ecoavam pela prisão fria enquanto o patrono ainda seguia-nos para manter o ambiente quente, porém logo desfez-se quando chegamos aos portões da prisão. Assim que encostei no ombro do outro que me seguia desaparatei com ele dali, deixando o Complexo de Azkaban.

OFF: Interrogatórios finalizados, todos liberados. A demora foi devido a um imprevisto, porém tudo foi finalizado. Todos deixaram o local antes das ações do mestrado, este post é apenas a confirmação das saídas.
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Re: Sala de interrogatório

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