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Sala Draumr Kópa

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Sala Draumr Kópa

Mensagem por The Horcrux em Ter 30 Dez 2014, 11:08



Draumr Kópa

Draumr Kópa, que significa, o olhar dos sonhos, é uma grande sala, com detalhes florais negros nas paredes escuras, desenhadas de baixo até o topo. Uma das paredes é feita de pedras negras que pareciam formar o desenho de um tríscele, o símbolo celta que representa o eterno equilíbrio e movimento da vida. Perto da parede, virado em direção ao sul é possível ver um corredor que leva a um relógio, tanto lunar como solar. O relógio está orientado em relação aos pontos cardeais e à latitude local. O ponteiro está fixado no mostrador e aponta para o pólo norte. Para chegar ao relógio é necessário tocar a pedra correta dentre as presentes na entrada, liberando assim a passagem. As pedras ficam no início e no final do Ouroboros, que por sua vez fica ao sul do símbolo celta em espiral.

No centro da sala é possível encontrar uma grande mesa de madeira coberta de uma toalha azul petróleo com detalhes negros. Em cima da mesa é encontrado uma bola de cristal, velas, baralho e dados. Há uma grande estante repleta de livros de adivinhação no fim da sala. Quando anoitece, o teto se abre, revelando o imenso céu azul, mas em dias chuvosos esta abertura é mantida fechada para evitar inundações. Atra du evarínya ono varda — Que as estrelas zelem pelo seu caminho — é uma frase que pode ser vista ao topo da parede onde fica a prateleira de livros.


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Re: Sala Draumr Kópa

Mensagem por Convidado em Seg 23 Mar 2015, 17:10

Água, muita água. Os mares ao redor do castelo de Du Fells se movimentavam em uma espécie de dança, lenta porém agressiva, relaxante, porém conturbada. Uma nuvem negra e densa percorria esses arredores, absorvendo toda aquela energia que emanava através das gotículas de água. Uma mão saía de dentro da nuvem, tendo as ponta dos dedos tocadas pelo mar que ganhavam uma nova forma. Um suspiro se fez naquele silêncio e de repente um barulho de algo caindo sobre as águas e novamente o silêncio reinava.

Pandora emergiu do infinito, jogou seus cabelos para trás enquanto a sua respiração continuava calma. Seus pés estavam apoiados em um casco de tartaruga-marinha, o animal havia sido chamado pela mesma que acompanhou-a até a superfície, enquanto sua pele totalmente despida era exposta ao sol. Os próprios dedos da mulher emaranhavam em seus fios molhados, jogando-os para trás. Seus olhos miravam o castelo flutuante com um sorriso sádico nos lábios, estava na hora de voltar a seus afazeres.

Em passos firmes, a morena ia em direção a seus aposentos em busca de novas vestes. Por mais que gostasse de ficar daquela forma a sua educação não permitia aquilo, ainda mais quando teria visitas. Atraia os olhares dos comensais para si, através de suas curvas bem delineadas e seios fartos. Porém, sua expressão única não abandonava o seu rosto ao passar por aquele público.

Pandora encarava uma bola de cristal posta sobre a mesa de madeira, tamborilando os dedos a espera de suas companhias. Esta já trajava um vestido azul marinho, seus cabelos ainda estavam molhados e era visível alguns resquícios de gotas de água pelo seu corpo. Uma melodia fluía de sua boca durante alguns minutos, limpando a garganta. E mais uma vez o silêncio reinou.

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Re: Sala Draumr Kópa

Mensagem por Liam C. Collin Drac em Ter 24 Mar 2015, 00:31

    Já esperava a um tempo ter um conversa franca com a Lady, sabia que meu destino não estava escrito apenas dentro de uma escola e em uma família que tenta e aparenta ser perfeita aos que podem ver de fora. Tinha passado muito tempo escondendo meu verdadeiro eu, minha verdadeira essência, admito que tive medo, medo não dos outros e sim de mim próprio. Agora tinha conquistado uma confiança em mim mesmo, e em meus poderes que jamais tinha tido antes, provavelmente meus pais ficariam muito decepcionados em saber da minha visita, ou desconfiar de meus planos, quer dizer, uma mãe poderia considerar a ideia, só que um pai eu tinha certeza que não tinha. Esther como prometido iria intermediar a situação, e me levaria até a lady no momento certo, e esse momento era agora, não sentia um pingo de medo ou ansiedade, sentia um grande sentimento de poder, como se algo tomasse conta de mim.
    Passei muito tempo da minha vida pensando que tudo que eu tinha era algo que se chamasse raiva ou mágoa, não poderia negar que sim possuia os dois, porém tinha algo além disso dentro de mim, não queria viver com base no que os outros achavam que era o melhor pra mim e sim o que eu achava que era o melhor. Havia saído quase que fugido da escola, quando Esther apenas vendou meu olhos, e antes que pudesse pensar em qualquer coisa, estava girando, e deparando meus pés firme em um lugar que aparentemente possuia grande quantidade de água se fosse levar em conta a grande umidade do local. Estava evitando durante do aquela pequena viagem até o local de ter qualquer tipo de conversa com Esther, estava conseguindo surpreender a mim próprio, não me sentia nenhum pouco assustado ou até mesmo com qualquer tipo de expectativa, algo dentro de mim me fazia me sentir ao topo, levando em conta todas as sensações que já tinha sentido poderia afirmar que aquela era a melhor.
    Não tinha a menor ideia do que eu tinha passado para chegar até aquele local, muito menos como poderia sair. Esther então tirou a venda de meus olho e sem pronunciar uma palavra disse tudo com seus olhos. Me deparava com uma porta, dei um sorriso de canto e entrei. Caminhando com passos fortes e decidido por um local que não poderia afirmar que fosse muito bem iluminado, só conseguia avistar uma mulher que se encontrava sentada de frente para uma bola de cristal, com toda certeza não era a Lady, revirei meus olhos para ela voltando meus passos firmes e tranquilos em direção a mulher, que admitia que pela minha lembrança, jamais tinha visto antes - Boa noite. - presumindo que a aquela altura o tom negro do céu já havia tomado conta - E a Lady Saphira ? - Enquanto olhava para a moça com um olhar calmo. Me mantinha em pé apoiado em uma das cadeiras da mesa olhando para a mulher.
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Re: Sala Draumr Kópa

Mensagem por Saphira Du Weldenvarden em Qui 16 Abr 2015, 03:07





O coração vazio, inerte e ameaçador. Lutava contra uma mente que jamais o deixou escapar sem sentir dor. Os flocos mágicos de neve caíam lentamente sobre a face alva, banhando o inanimado, dando vida ao ser entalhado. As costas cobertas por um longo manto negro, os lábios manchados pelo o que um dia já foi desejo. Longos chifres cobertos de escamas com cor de musgo, cabelos longos e lisos, quase se unindo a escuridão.
Os passos curtos, firmes, sem demonstrar pressa ou nervosismo. A voz suave e envolvente como o canto de uma sereia. As portas se abriram, os soldados se ajoelharam e o tapete negro era colocado. Os corvos crocitavam aos pés de seu ouvido, sussurrando lamurias e pequenas denuncias.
A coruja levava o anuncio da morte, o corvo observava e esperava, enquanto o morcego se escondia em meio ao breu. A mão tocou lentamente a maçaneta, sem deixar que os ruídos invadissem o local. Os olhos quase amarelados foram direcionados aos corpos, enquanto a mente navegada na imensidão enegrecida de pensamentos acinzentados.
Um breve e simples movimentar de varinha e a porta se fechou. As asas se abriram, o primeiro passo foi dado e outro olhar pode ser observado. A expressão mórbida, o olhar intenso, um humor difícil de ser revertido. Os lábios se moveram lentamente para o lado esquerdo, depois para o lado direito.
Atra du evarínya ono varda... — sussurrou o ser transmutado, permitindo que suas asas se fechassem lentamente.
Passos mais largos; um breve toque na toalha azul petróleo. Os dedos finos percorreram a bola de cristal, a cabeça foi lentamente para o lado, observando a fumaça negra que começava parecer.  
O mar continua enfurecido, Dillenburg? — disse a pérola morta, tirando as mãos da bola de cristal. —Drac... Ao que devo a honra? Sua irmã não veio de bom grado até mim...
Violinos e pianos. Era possível ouvir a suave e fúnebre melodia ser tocada do outro lado do Monte. O teto de Draumr Kópa começou a se abrir, revelando aos olhos curiosos o imenso céu azul. Banhados pelas constelações, envolvidos pelo vento gélido e a brisa do mar, a quimera deu alguns passos para frente, se sentando numa poltrona negra. Segurou o cetro com firmeza, o batendo contra o piso e ergueu a cabeça.
Terra... Hypnus... Segundo ocluador. Sinta o ar percorrer o seu corpo, é previsível que ele o atraía, caro ocluador. Afinal, a criança que vive em Spellbutton não poderia ser o segundo ocluador, e sim o único irmão da senhorita Lorena Drac.
O olhar foi consumido pela certeza, os desejos foram inibidos por um curto período de tempo. Umedeceu os lábios, logo permitindo que sua sobrancelha se elevasse. Os olhos se tornaram verdes e foram redirecionados à Pandora. Uma águia real pousou no ombro direito da Bela Dama, cochichou ao pé do ouvido e levantou voo. Um animal tão raro e belo, com asas grandes e picos poderosos.




[OFF: Postagens entre Pandora, Liam e Saphira. Não se intrometam na postagem. ]
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Re: Sala Draumr Kópa

Mensagem por Convidado em Ter 21 Abr 2015, 20:19

Passava as unhas por sua bochecha, descendo até o pescoço e parando no ombro. Pandora respirou fundo, aproveitando a tranquilidade que reinava naquele lugar. Entretanto, esse momento durou por pouco tempo, sendo interrompida por um garoto que havia entrado na sala. Um ocluador. Oh, sim. Saphira havia comentado sobre ele. – A Lady chegará em breve, meu rapaz. – Falou a mulher, desviando o olhar do tecido para o garoto. Arqueou a sobrancelha, observando a impaciência do garoto. – Aguarde. – Continuou, voltando a tamborilar os dedos sobre o móvel.

Um som foi reconhecido por Pandora, que, prontamente, levantou-se. Olhou para a entrada do lugar olhando para a sua Lady. Suas magnificas asas se abriram por um breve momento, demostrando o quão grandes eram. – Sempre, minha Lady. Mas sabe que o prefiro assim, uma grande fortaleza sem controle. – Respondeu a mulher, seguindo os passos de Saphira com o olhar. Assim que ela se sentou, Pandora foi em direção a mulher, fazendo uma reverência e se posicionando a direita da poltrona. A morena colocou as mãos para trás e olhou para a frente, escutando as palavras proferidas por Saphira.

Off: Postagens entre Pandora, Liam e Saphira. Não se intrometam na postagem.
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Re: Sala Draumr Kópa

Mensagem por Liam C. Collin Drac em Dom 26 Abr 2015, 18:34

    A mulher se mantinha sem expressão alguma ao rosto, apenas me pedia para esperar. Conseguia esconder muita de minha ansiedade dentro de mim, assim permitindo que por fora me mante-se completamente controlado. Dando uma boa olhada a toda minha volta, sentia uma estranha sensação de poder que tomava contar de todo meu corpo, ao mesmo tempo que ao longe conseguia ouvir o vento que fazia as ondas ao lado de fora de movesse com tanta brutalidade, me sentia com carga máxima dentro daquele local, de uma forma que nunca me senti antes. Quando não muito surpreendido uma figura já vista antes lá se encontrava, olhando para mim e para sua serva, era realmente engraçado, enquanto todos tentavam fugir dela, eu a procurava. Não consegui esconder um sorriso de canto que saia ao meu rosto.
    As lembranças que eu tinha de Saphira era da noite no cemitério, porém ali com certeza não era uma ocasião de apresentações, quando sua palavra foi dirigida a mim : - Fiquei chateado em saber que ela foi convidada e eu não, ai resolvi vir por contra própria. Embora gêmeos somos muito diferente. - disse largando um sorriso malicioso para Saphira, e novamente voltava a dizer, continuava com os meus olhos fixados nela, ela parecia sentia tudo que se encontrava acontecendo dentro de mim. E com um reverencia abrindo meus braços fiz com que uma onde de ar fresco esvoaçasse seus cabelos : - Prazer. Eu mesmo, e com toda certeza atrai. - disse com um sorriso ao rosto, me virei de costas dando dois passos, e novamente voltei a me virar para ela - Então vamos direto ao assunto, certo ? Creio que nada passa despercebido pela Lady das Trevas, a essa altura você já sabe o meus desejos, assim como imagino como posso se útil a você. - com meus olhos fixados nos dela, então assumi uma posição mais seria - Não me faz o tipo garoto rebelde, muito menos que gosta de ser comandado. Quero poder ser seu mesmo sem que ninguém entre em meu caminho, apenas. Não vim aqui na intenção de me tornar um de seus seguidores, ou jurar devoção eterna, apenas creio que ambos podemos ajudar, um ao outro. - mantive meus olhos fixado no dela, aquela sensação de poder ia crescendo cada segundo mais dentro do local. Saphira tinha plena noção de quem eu era, e o que realmente queria, já deveria ter tido acesso a todos meus pensamentos no atual momento, porém isso não era algo que me amedrontava.

OFF : POST'S PAUSADOS, ENTRE SAPHIRA, PANDORA E LIAM. QUALQUER INTERRUPÇÃO SERÁ DESCONSIDERADA.
Liam C. Collin Drac
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Re: Sala Draumr Kópa

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