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Floresta

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Floresta

Mensagem por The Holy Death em Seg 02 Fev 2015, 20:48



Floresta


Ainda com conexão com a estufa de plantas, onde o acesso se dá por uma porta de madeira e vidro antiga, está a floresta circulante da mansão. A floresta é úmida e recortada por um rio feroz que choca com pedras e emite grandes ruídos. 
A floresta é cercada por animais e possui árvores de grande porte com bosques carregados de variação de faunas.



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Varinha : Já ouviu falar na Varinha de Sabugueiro? Pois é, eu que criei '-'


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Re: Floresta

Mensagem por Ellesméra A. Bouguereau em Qua 11 Mar 2015, 14:19







  Os olhos castanhos percorreram toda a sala, analisando madeiras, tapetes, quadros antigos e a vestimenta que estava jogada sobre uma poltrona negra. Os finos dedos tocaram a jaqueta, pegando com cuidado, olhando de baixo para cima. Provavelmente seria roupa de algum sobrinho. Respirou fundo, deixando um leve sorriso brotar em seus lábios carminados pelo batom, pendeu a cabeça para o lado, pegando um isqueiro dentro da bolsa e depois olhou para a roupa. Arqueou a sobrancelha esquerda, acendeu o isqueiro e levantou a jaqueta. Colocou as chamas em baixo, esboçou um breve sorriso nos lábios e depois o mordiscou.

— É uma pena... Tão bonito e nova. Oh.

A vestimenta estava em chamas, mas Ellesméra ainda a segurava próximo ao rosto. Moveu os lábios lentamente, os entortando para o lado direito. Revirou os olhos, abriu a janela do pequeno escritório e a jogou para fora. Detestava que entrassem em seu quarto, ainda mais na parte do escritório. Deu de ombros, caminhou até o grande espelho e passou as mãos na cintura, como se estivesse as delineando. Arqueou a sobrancelha, ergueu a cabeça e sorriu. Logo Ellesméra usou a rede de flú para chegar até a mansão Robards. Usando uma porta de vidro, a bela Bouguereau se dirigiu à floresta, pois precisava de algumas ervas para continuar seu experimento. A alquimia fazia parte da vida da jovem auror. Sempre dizia que a coisa mais bela do mundo é ver a magia misturada à ciência.

Meera mordiscou os lábios, respirou fundo e passou a ponta dos dedos no tronco de uma grande árvore. Seus frutos eram pequenos e vermelhos, mas reluziam como se fossem envernizados. A ponta dos dentes superiores tocaram os inferiores, numa mordida lenta, demonstrando que a mesma estava pensativa. Os olhos se dirigiram ao topo de outra árvore de frutos escuros, o que lhe chamou muita atenção. Esticou lentamente a mão esquerda, pegando duas folhas daquela árvore. Colocou as folhas dentro de um pequeno saco plástico e sorriu.

Abaixou-se e, com uma um pouco de jeito, colocou uma luva na mão direita. Segurou o pequeno saquinho com a esquerda e arramou uma muda de erva que estava ao lado de uma árvore. Respirou fundo, se levantou e suspirou. Precisava de runas, muitas runas. Inclinou a cabeça para trás, girando lentamente, deixando o pescoço estalar. Após o “clec” ser ouvido, Ellesméra saiu da floresta. 


Ellesméra A. Bouguereau
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Cargo : Segundo Comandante


Varinha : Espinheiro-Negro, fibra de coração de acromântula, 30 cm, flexível.


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