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[FP] - Valentjin Larz Machteld

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[FP] - Valentjin Larz Machteld

Mensagem por Valentjin Larz Machteld em Sab 21 Out 2017, 03:37


23 anos
Masculino
Conselho das Bruxas
Gasolina
Seção de Diplomacia com as Criaturas Mágicas
Machteld
Holandês
Pobreza
Jack Falahee
Mogno, 30 cm, interior de cabelo de veela, ótima para feitiços de ataque

   
Diplomata do Conselho
Responsável por todo o processo de comunicação e controle de outras espécies – o personagem, Valentjin, é especializado na área da Diplomacia.
   

   
Biografia
+ Valentjin Larz Machteld nasceu em Amsterdã, na Holanda. Filho de Gustjin e Lijsbeth – ambos possuindo 25 anos naquela época –, um casal que estava se destacando no mundo da moda pela cidade, algo que permitiu com que a família tivesse um grande poderio econômico e uma enorme reserva de dinheiro na conta bancária. Dessa forma, Val já estava destinado a ter uma vida repleta de luxos, mas não era somente isso: já tinha o fardo de ser o futuro herdeiro de todos os negócios da família.

+ Os anos passaram e, enquanto isso, ele estudou na melhor instituição de sua cidade. Seus pais convocaram o melhor professor de oratória para ele quando o jovem tinha apenas seis anos – e a partir daí, pôde treinar sua habilidade de diplomacia. O por quê de fazê-lo estudar a arte da fala desde pequeno? Bem, seus pais diziam que isso o tornaria numa pessoa mais sociável e que, quando crescesse, teria o talento de moldar as pessoas em suas mãos, conquistando mais negócio e poder para os Machteld.

+ Aos nove anos, foi mandado para o Instituto Le Rosey, na Suíça – o melhor colégio particular do mundo, onde preparava jovens importantes e promissores para toda a sociedade. Gustjin que o enviara, enquanto Lijsbeth ficara hesitante, entretanto, rendera-se aos desejos de seu marido. A intenção do patriarca dos Machteld era permitir com que o jovem melhorasse suas habilidades relacionadas à fala e que, também, pudesse desenvolver seu lado criativo.

+ Ficou no local até atingir a idade necessária para ir às instituições do Mundo Bruxo. Seus genitores ficaram indecisos, entretanto, resolveram escolher Beauxbatons – onde teria acesso ao mundo da luxúria, riqueza e, claro, poderia se conectar com pessoas mais influentes e belas do mundo francês.

+ Destacou-se nas áreas relacionadas ao mundo da sociedade, sendo conhecido por ser ótimo na oratória e, também, por dedicar-se aos estudos das criaturas mágicas. No último ano em Beauxbatons, já tinha ideia do que pretendia ser e para onde iria: Diplomata do Conselho do Caribe – afinal, estaria longe de seus genitores e, ainda por cima, exerceria um cargo que chamava a sua atenção e que possuía uma grande importância no âmbito mágico.

+ Após formar-se – aos 17 anos –, não voltou para casa. Foi para uma instituição bruxa em Londres, onde acabou se especializando na área da diplomacia. Duraram quatro anos – que foram árduos, afinal, o menino queria se destacar. Enquanto isso, seus genitores viviam mandando cartas, implorando para que o jovem voltasse. Afinal, quem cuidaria da rede de moda que crescia cada vez mais na Holanda? Valentjin decidira seguir o caminho da política, deixando todo o esforço de seus pais indo em vão.

+ Especializou-se e ficou livre aos 21 anos, mas isso não fez com que ele parasse de estudar. Resolveu viajar pelo mundo e adquirir conhecimentos sobre criaturas, algo que facilitaria sua conquista – Diplomata da Seção de Criaturas Mágicas. Precisava compreender mais os seres racionais que habitavam o mundo bruxo, assim como seus interesses, fraquezas e entre outras coisas.

+ Parou de viajar ao completar 23 anos, voltando para a casa. Seus progenitores insistiram, mais uma vez, para que ele ficasse. Infelizmente, isso não o convenceu. Arrumou suas malas e rumou para o Caribe, desaparecendo da vida de Gustjin e Lijsbeth – parando de enviar cartas e cortando todo o contato que tinha. Inicialmente, isso acabou pesando em seu coração, contudo, sabia que era extremamente necessário caso ansiasse por uma vida nova. Poderia procurá-los quando tudo desse certo.

+ Foi para o Conselho, onde acabou conseguindo o cargo através de sua enorme habilidade com a oratória e na área da diplomacia, por isso seria muito útil para os bruxos que viviam na região do Caribe. Além disso, tinha um pequeno conhecimento relacionado às criaturas mágicas, algo que, também, poderia auxiliá-lo em seu emprego. Assim que conquistou o emprego, jurou a si mesmo que estudaria cada vez mais e mais, afinal, queria destacar-se e conquistar as coisas através de sua própria fama – e não com a fama que adquirira desde o nascer por ter pais ricos e influentes.

   
Narrativa
O homem vestia um terno preto, combinando com a cor de seus sapatos sociais. A calça esportiva cobria suas pernas bem definidas. Ok, era seu primeiro dia e tinha que causar uma boa impressão – afinal, não queria causar uma péssima impressão por ser jovem demais, já que era consideravelmente mais novo caso comparasse o mesmo com alguns indivíduos que estavam dentro do Conselho.

Estava ali porque havia se esforçado para alcançar os seus sonhos. Em breve completaria 24 anos – em novembro; isso já era um alívio, pois o mesmo poderia soltar alguma fala sarcástica, advertindo que não era tão novo mais. Pela primeira vez na vida, ansiava pela velhice, ou pelo menos, para que pudesse ser um pouco mais velho.

Você vai conseguir. Você é capaz. Imponha sua autoridade. O pensamento acabou lhe dando coragem, então começou a se locomover calmamente pelo departamento onde estava. Seus passos eram firmes e tranquilos, as íris castanhas do homem deslizavam pelos corpos cobertos por vestes casuais que estavam naquele andar. Teria que gerenciar várias pessoas e, por isso, sentia-se um pouco receoso, mas estava preparado. Ou pelo menos, era o que queria acreditar. Claro que o nervosismo era totalmente normal, já que era seu primeiro dia encarando o primeiro emprego – e esperava que fosse o único, pois o Conselho sempre fora seu sonho.

Foi até a sua sala, abrindo-a e olhando ao redor. Era simples: as paredes e o piso eram feitos de madeira. Havia um lustre no centro, que emitia uma luz clara. Uma mesa de mogno estava na outra extremidade, acompanhada de uma poltrona de couro preto. A sala estava daquele jeito por um motivo: sabia que poderia ajeitá-la da maneira que quisesse quando estivesse livre. Sorriu de canto e passou a língua entre os lábios e adentrou o recinto.

Antes mesmo de aproximar-se do local onde sentaria, algumas batidas na porta fizeram com que o homem parasse e se virasse. – Pode entrar. – Seu tom de voz saiu de maneira calma e tranquila.

Um rapaz negro e forte, sem cabelo e de íris escuras, adentrou o recinto. – Valentjin, certo? – O indivíduo desconhecido franziu o cenho e olhou o holandês dos pés até a cabeça, pigarreando e mexendo a cabeça novamente. Ok, Val sabia o motivo daquela reação – surpreenderia muitos por ser jovem. – Sim, e como se chama? – Arqueou uma das sobrancelhas, passando a língua entre os lábios, em seguida.

– Ah, perdão. Bartholomeu, pode me chamar de Barth, senhor Machteld. – O rapaz levou a mão para cumprimentar o novo diplomata. Val correspondeu e forçou um sorriso. – Pode me chamar de Val. É mais rápido e prático. – Lançou uma piscadela e pigarreou, ajeitando seu terno. – E então... O que posso fazer para ajudá-lo? – Indagou, um pouco hesitante. Era assim que deveria falar, certo? Sim! Tinha que ser firme. Aja conforme ache que é o correto. Você está certo!

– Bem... Trata-se dos centauros. Há bruxos caçando-os e isso é proibido, creio que o senhor deve saber disso. – Barth explicou calmamente. – Precisamos de uma resposta para isso. Vamos deixá-los se virar ou podemos tomar alguma atitude? – A pergunta do negro era breve, afinal, ele aparentava ser um indivíduo totalmente direto – algo que seria ótimo para Tjin, pois as coisas não seriam misteriosas para ele e, graças à isso, poderia adquirir mais experiência facilmente.

– Iremos tomar alguma atitude. – Passou a língua entre os lábios e semicerrou os olhos, encarando o chão por breves segundos. – Quero que traga o líder deles até aqui. – Ordenou. – Caso eles não se sintam seguros, poderão trazer mais dois centauros para acompanhar. – Após dizer isso, caminhou até a sua mesa, sentando-se na poltrona e tamborilando seus dedos na madeira. – Pode buscá-los e trazê-los até aqui. Diga que é urgente e que isso vai ajudá-los. – Explicou.

[...]

As horas haviam passado, a tarde já havia chegado. Passou a língua entre os lábios e pousou seu olhar nos documentos que haviam sido colocados em sua mesa logo após a saída de Bartholomeu. Vários assuntos deveriam ser tratados simultaneamente – um exemplo? Tivera que ver a situação dos ictiocentauros e dos ataques que andavam ocorrendo, pois alguns de tal espécie eram completamente agressivos. Também tivera que analisar problemas com duendes. – Ok, você dá conta, Valentjin. – Sussurrou para si mesmo e voltou a assinar toda aquela documentação.

Quando era exatamente três horas da tarde, lá aparecia o homem com três centauros. A parte traseira de seus corpos era coberta por pelos marrons. Seus cabelos eram grandes, indo até as costas, combinando com sua pelagem. As íris eram castanhas e profundas, analisando o diplomata atentamente. – Prazer, sou Valentjin Larz Machteld. Pode me chamar de Larz ou Val, senhores. Sent... – Parou no fim da frase. Como mandaria aqueles indivíduos sentarem? Por sorte, não havia encerrado suas palavras. Lançou um sorriso sem graça, torcendo para que eles não tivessem entendido.

– Como posso chamá-los? – Indagou enquanto se aproximava e cumprimentava um por um, apertando a mão dos mesmos de maneira cuidadosamente, já que sabia muito bem que eles eram fatais e se irritavam facilmente. O centauro que estava no meio – e um pouco mais a frente do que os outros – olhou para os dois indivíduos ao seu lado e pigarreou, ainda encarando o bruxo. – Sou Zox. Esses são Thorius e Theoden. – A apresentação fora realizada de maneira rápida. – Prazer em conhecê-los. – Sorriu de canto e pigarreou.

– Fui informado sobre o problema e preciso da permissão do líder para que eu possa auxiliá-los. – Passou a língua entre os lábios. – É crime caçar criaturas mágicas, pois vocês estão protegidos pelas leis da sociedade bruxa. – Explicou. – Creio que saibam disso. Entretanto, isso não importa. – Fez um gesto com a mão direita, mostrando que o assunto sobre leis não era tão importante naquele momento – pelo menos, queria passar a imagem de que os centauros não precisavam saber da legislação naquele instante. Eles deveriam ser protegidos, esse era o foco.

– Quero pedir para que coloquem bruxos perto de onde residem, assim poderemos pegar os criminosos. – Cruzou os braços. – Vocês querem pegar nossas terras e nos vigiarem! – Zox falou num tom ríspido, suas narinas se entreabriram de maneira anormal. – Não, não... Calma... Bem, sim, é isso, mas para que não se sintam ameaçados, um de vocês pode sempre acompanhar isso. Estamos dispostos a carregar um de vocês para a vigia. Ou a quantidade que o senhor quiser, desde que não seja muito excessivo.  -Afirmou rapidamente, na tentativa de acalmá-lo.

– Dez. – O número foi jogado no ar. – São muitos. Sete, pode ser? – Arqueou uma das sobrancelhas e observou o outro. Carregar dez centauros seria uma quantidade anormal, sete seria difícil – mas não impossível. Os bruxos eram evoluídos e, talvez, a espécie que estava em sua frente poderia acabar auxiliando-o. – Daremos toda proteção necessária e... – Antes que continuasse, Zox se aproximou mais.

– Trato já está fechado, humano. Sete. Não queremos mais nada, queremos acompanhar para termos certezas de que não estão nos enganando. – Semicerrou os olhos e encarou o holandês. – Você é novo por aqui. Já vou lhe dar uma dica: nunca ponha a mão no fogo, seja cuidadoso. – Um sorriso debochado surgiu em seus lábios, fazendo o diplomata arquear uma das sobrancelhas. – Obrigado pela dica. – Disse de maneira educada. – Barth, pode levá-los de volta. – Pediu.

Assim que os centauros foram embora, suspirou aliviado. Não tinha ido muito mal para o primeiro dia, mas já tinha aprendido algumas coisas. Trabalhou até o fim do dia e então, preparou-se para ir para casa. Um sorriso apareceu em seus lábios quando estava prestes a fechar a porta do escritório e então, desaparatou dali.

 
© HARDROCK

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Varinha : Um Graveto.


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Re: [FP] - Valentjin Larz Machteld

Mensagem por The Holy Death em Sab 21 Out 2017, 12:23

APROVADA. BEM VINDO, SR. MACHTELD
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Varinha : Já ouviu falar na Varinha de Sabugueiro? Pois é, eu que criei '-'


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